Plataforma de governança clínica — assistência e gestão

Desafiamos sistemas.
Protegemos vidas.

Inteligência assistencial auditável para hospitais. Do registro à beira do leito ao indicador da diretoria — cada achado rastreável até a evidência, conectando a assistência à gestão.

LGPD nativoCFM 1638/2002ANVISA RDC 7FHIR R4
Wound Intelligence
PREVENÇÃO DE LPP · À BEIRA DO LEITO
LESÃO · TÓRAXestágio 2
ÁREA
4,2 cm²
BRADEN
12 · alto
TECIDO
granulação
EXSUDATO
moderado
CICATRIZAÇÃO · 14 DIASárea ↓
Revisão de Óbito
AUDITORIA · COMISSÃO DE ÓBITO
COMPETÊNCIA 03/2614 óbitos
68
SAPS 3
MORTALIDADE PREVISTA
34%
INDICADORES RDC 7
10 · CTI
ACHADOS DA REVISÃO
forensePrescrição sem execuçãoalta
pós-óbitoDocumentação após o óbitoalta
falhaDeterioração não reconhecidamédia
Protocolo de LondresATA
Comissão de Prontuário
GOVERNANÇA · CRP ENGINE
AMOSTRA 30%42 prontuários
COPY-FWDRegistro clonado (copy-paste)alta
CRP-EVO1Evolução sem horáriomédia
CRP-B2Bundle de sepse incompletoalta
CONCORDÂNCIA ENTRE REVISORESκ 0,82
O sistema, sabotado por dentro

A Avivus não é prontuário. Não é dashboard. Não é aplicativo de enfermagem.

É a camada que vigia o que falha em silêncio dentro do hospital — e transforma o registro clínico em governança rastreável.

01

Desconexão clínica

Enfermagem, medicina e nutrição registram em ilhas. O risco existe no papel, não no fluxo de quem cuida.

02

Retrabalho de dados

Planilhas paralelas, transcrição manual, indicadores refeitos toda competência. Hora clínica gasta com digitação.

03

Eventos evitáveis

A falha aparece só na auditoria — depois do dano. Sem rastro, sem evidência, sem como prevenir a próxima.

Como a Avivus opera

Sinal, não sentença.

“A inteligência acusa hipóteses rastreáveis; o humano valida os achados. Nada silencioso, nada apagado, nada sem evidência.”

PRINCÍPIO OPERACIONAL · AVIVUS GOVERNANCE CORE
  • 01

    Motores determinísticos

    Regras clínicas versionadas e explicáveis. Sem caixa-preta e sem IA que adivinha — cada achado aponta a regra e a evidência que o gerou.

  • 02

    Revisão humana obrigatória

    Nenhum dado clínico é persistido sem confirmação. A inteligência acusa a hipótese; o profissional valida o achado.

  • 03

    Trilha append-only

    Auditoria encadeada por hash. Nada é apagado, nada acontece em silêncio — a trilha resiste a uma auditoria ético-disciplinar.

Três camadas, uma plataforma

Módulos que conversam por eventos.

Wound Intelligence

Prevenção de lesão por pressão

Da avaliação de risco à cicatrização: registra, mede e acompanha lesões tegumentares à beira do leito, com prevenção ativa e visão de gestão em tempo real.

PARA QUEM · Enfermagem · GELP · Nutrição · Coordenação · Diretoria
Avaliação & mensuração
  • Escala de risco de Braden
  • Estadiamento e medidas da lesão
  • Mapeamento anatômico 3D com múltiplas detecções
  • Triagem nutricional (BRASPEN)
Cuidado & gestão
  • Prevenção e protocolo de reposicionamento
  • Curativos, medicamentos e prescrições
  • Dashboards por papel (coordenação · diretoria)
  • Exportação FHIR R4 · PWA offline à beira do leito

Revisão de Óbito

Auditoria de óbitos hospitalares

Cada etapa da comissão de óbito sem planilha paralela: do indicador ao parecer, com gravidade calculada e investigação de incidentes rastreável.

PARA QUEM · Comissão de óbito · Auditoria · Gestão da qualidade
Ingestão & análise
  • 10 indicadores ANVISA RDC 7 (com OCR de fallback)
  • SAPS 3 — RCCC e mortalidade prevista por região
  • Motor forense por regras (linha do tempo, copy-forward)
  • Revisão humana obrigatória antes de persistir
Investigação & parecer
  • Protocolo de Londres (modelo SUBPAV/CRM)
  • Falhas operacionais, causa mortis e óbito a esclarecer
  • ATA da comissão com fichas anonimizadas
  • Camada de BI para Power BI

Comissão de Prontuário

Governança preventiva do prontuário

A camada Governance Core que vigia o prontuário antes do dano: detecta falhas de registro, amostra por risco e fecha o ciclo com plano de ação e reauditoria.

PARA QUEM · Comissão de revisão de prontuário (CFM 1638/2002)
Detecção & amostragem
  • CRP Engine — 16+ detectores versionados
  • Identidade intercalada, sinais vitais sem unidade
  • Bundles de sepse · CVC · queda · pele
  • Amostragem dinâmica que escala por risco
Consenso & ciclo
  • Concordância entre revisores (Cohen · Fleiss kappa)
  • Atas educativas anonimizadas
  • Plano de ação e reauditoria (ciclo PDCA)
  • Trilha append-only encadeada por hash
Interoperabilidade

Como a Comissão de Prontuário e a Revisão de Óbito se conectam

São dois módulos com bancos de dados separados. Eles não compartilham tabela — trocam eventos.

Comissão de Prontuário
GOVERNANÇA DO REGISTRO
Revisão de Óbito
AUDITORIA DO DESFECHO
PatientDeceased

Um óbito registrado na Comissão de Prontuário abre automaticamente a ficha de revisão na Revisão de Óbito. A comissão de óbito já encontra o caso na fila — ninguém redigita.

DeathReviewCompleted

Terminada a revisão, as falhas apuradas voltam como achados rastreáveis no prontuário — e viram devolutiva, plano de ação e reauditoria.

Bancos separados · eventos autenticados por segredo · idempotentes (reenvio não duplica) · cada troca registrada na trilha append-only encadeada por hash.

O ciclo fecha: o que a revisão do óbito descobre sobre a morte de um paciente vira prevenção no prontuário do próximo.

Da beira do leito à diretoria

Conectamos a assistência à gestão — sem redigitar nada.

O mesmo registro que protege o paciente sobe, rastreável, como indicador executivo. Uma fonte única de verdade — da enfermagem à diretoria, sem planilha paralela e sem retrabalho.

  • RBAC por papel e setor — 7 perfis, da enfermagem à diretoria
  • Indicadores em Power BI, sem dado pessoal
  • Cada número rastreável até a evidência que o gerou
DIRETORIA

Dashboards executivos e ROI em tempo real — a operação inteira em uma tela.

COORDENAÇÃO

Indicadores por setor, auditoria e amostragem dinâmica por risco.

ASSISTÊNCIA

Registro à beira do leito — enfermagem, medicina e nutrição, no fluxo de quem cuida.

Três métricas que importam

O que muda à beira do leito.

↓ LPP
Incidência de lesão por pressão

Redução observada em quatro semanas de operação contínua.

↓ Doc.
Tempo de documentação

Hora de enfermagem devolvida ao paciente, à beira do leito.

300–500%
ROI no primeiro ano

Retorno modelado para o primeiro ano de operação.

Resultados de piloto e modelagem; variam conforme unidade, casuística e maturidade de implantação. Todo parecer automático passa por revisão humana.

Segurança por design

Feito para o dado mais sensível que existe.

Segurança não é um módulo à parte — está no banco, na aplicação e no pipeline. Dado clínico protegido em cada camada.

Isolamento por instituição

Row Level Security no banco: cada hospital acessa apenas os próprios dados — comprovado por teste que simula a invasão entre instituições.

Defesa em profundidade

Além do RLS, cada rota revalida o acesso na aplicação e verifica toda entrada por schema. Uma falha não derruba a barreira seguinte.

Trilha append-only

A auditoria recusa alteração e exclusão por gatilho no próprio banco — inclusive para chaves de serviço. Eventos encadeados por hash SHA-256.

Revisão humana obrigatória

Nada clínico é gravado sem confirmação. Todo achado é hipótese rastreável — evidência, regra e confiança — nunca conclusão automática.

Segredos isolados

O navegador recebe só a chave anônima; as chaves de serviço vivem apenas no servidor; chaves de integração são guardadas como hash.

Acesso fail-closed

Na dúvida, o sistema nega. Senha forte e troca obrigatória no primeiro acesso; ninguém eleva o próprio papel ou instituição.

+ barreiras adicionais: rate limiting anti-brute-force, headers CSP e HSTS, e um pipeline de CI que testa isolamento e RLS a cada mudança.

Conformidade & governança

Feito para sobreviver a uma auditoria.

Privacidade por design

Consentimento registrado, PII/PHI mascarados em logs e atas, retenção com base legal (CFM · LGPD).

Fundação regulatória

CFM 1638/2002, ANVISA RDC 7 e certificação SBIS-CFM em curso.

Interoperabilidade

Exportação FHIR R4 (em validação) e integração por eventos, autenticada e idempotente.

Camada de BI

Indicadores em views analíticas para Power BI, sem dado pessoal.

Infraestrutura gerenciada

TLS em trânsito e criptografia em repouso pela nuvem Supabase · Vercel.

Quem constrói

Credencial clínica real.

A Avivus foi fundada por profissionais que vivem o problema antes de resolvê-lo. Não é uma startup de tecnologia que entrou na saúde — é uma operação de saúde que reescreveu a tecnologia.

CEO

Carlos Alberto Marenga Junior

Chief Executive Officer
Médico intensivista e advogado

Diagnóstico por imagem · responsabilidade civil médico-hospitalar · mestrado em medicina pela Universidade do Porto.

CMO

Vitor Montez Viana

Chief Medical Officer
Médico — UTI e anestesiologia

Cuidados intensivos · inovação em tecnologia médica · integração digital · gestão hospitalar de alta complexidade.

CBO

Berguer Elias Guimarães de Souza

Chief Business Officer
Médico — diretor hospitalar

Diretor médico de centro de emergência regional · promotor de projetos de inovação pela Secretaria Municipal de Saúde · Comissão de Inovação em Saúde.

CTO · CIO

Priscila Souza de Almeida

Chief Technology & Information Officer
Engenheira de produto

Full-stack · gestão de projetos de tecnologia em saúde · arquiteta da plataforma e responsável pela infraestrutura clínica.

CIDO

Daniele Lopes Rosa

Chief Interdisciplinary Officer
Enfermeira — coordenadora da equipe multidisciplinar

Protocolos · fluxos · escalas multiprofissionais · jornada do paciente em ambiente hospitalar complexo.

Sem risco. Com método.

Comece pela dor que já custa caro ao hospital.

Demonstração reservada, sob NDA. Conte o cenário da sua unidade — mapeamos onde a Avivus entra e o que ela devolve.