Desconexão clínica
Enfermagem, medicina e nutrição registram em ilhas. O risco existe no papel, não no fluxo de quem cuida.
Inteligência assistencial auditável para hospitais. Do registro à beira do leito ao indicador da diretoria — cada achado rastreável até a evidência, conectando a assistência à gestão.
É a camada que vigia o que falha em silêncio dentro do hospital — e transforma o registro clínico em governança rastreável.
Enfermagem, medicina e nutrição registram em ilhas. O risco existe no papel, não no fluxo de quem cuida.
Planilhas paralelas, transcrição manual, indicadores refeitos toda competência. Hora clínica gasta com digitação.
A falha aparece só na auditoria — depois do dano. Sem rastro, sem evidência, sem como prevenir a próxima.
“A inteligência acusa hipóteses rastreáveis; o humano valida os achados. Nada silencioso, nada apagado, nada sem evidência.”
PRINCÍPIO OPERACIONAL · AVIVUS GOVERNANCE CORE
Regras clínicas versionadas e explicáveis. Sem caixa-preta e sem IA que adivinha — cada achado aponta a regra e a evidência que o gerou.
Nenhum dado clínico é persistido sem confirmação. A inteligência acusa a hipótese; o profissional valida o achado.
Auditoria encadeada por hash. Nada é apagado, nada acontece em silêncio — a trilha resiste a uma auditoria ético-disciplinar.
Prevenção de lesão por pressão
Da avaliação de risco à cicatrização: registra, mede e acompanha lesões tegumentares à beira do leito, com prevenção ativa e visão de gestão em tempo real.
Auditoria de óbitos hospitalares
Cada etapa da comissão de óbito sem planilha paralela: do indicador ao parecer, com gravidade calculada e investigação de incidentes rastreável.
Governança preventiva do prontuário
A camada Governance Core que vigia o prontuário antes do dano: detecta falhas de registro, amostra por risco e fecha o ciclo com plano de ação e reauditoria.
São dois módulos com bancos de dados separados. Eles não compartilham tabela — trocam eventos.
Um óbito registrado na Comissão de Prontuário abre automaticamente a ficha de revisão na Revisão de Óbito. A comissão de óbito já encontra o caso na fila — ninguém redigita.
Terminada a revisão, as falhas apuradas voltam como achados rastreáveis no prontuário — e viram devolutiva, plano de ação e reauditoria.
Bancos separados · eventos autenticados por segredo · idempotentes (reenvio não duplica) · cada troca registrada na trilha append-only encadeada por hash.
O ciclo fecha: o que a revisão do óbito descobre sobre a morte de um paciente vira prevenção no prontuário do próximo.
O mesmo registro que protege o paciente sobe, rastreável, como indicador executivo. Uma fonte única de verdade — da enfermagem à diretoria, sem planilha paralela e sem retrabalho.
Dashboards executivos e ROI em tempo real — a operação inteira em uma tela.
Indicadores por setor, auditoria e amostragem dinâmica por risco.
Registro à beira do leito — enfermagem, medicina e nutrição, no fluxo de quem cuida.
Redução observada em quatro semanas de operação contínua.
Hora de enfermagem devolvida ao paciente, à beira do leito.
Retorno modelado para o primeiro ano de operação.
Resultados de piloto e modelagem; variam conforme unidade, casuística e maturidade de implantação. Todo parecer automático passa por revisão humana.
Segurança não é um módulo à parte — está no banco, na aplicação e no pipeline. Dado clínico protegido em cada camada.
Row Level Security no banco: cada hospital acessa apenas os próprios dados — comprovado por teste que simula a invasão entre instituições.
Além do RLS, cada rota revalida o acesso na aplicação e verifica toda entrada por schema. Uma falha não derruba a barreira seguinte.
A auditoria recusa alteração e exclusão por gatilho no próprio banco — inclusive para chaves de serviço. Eventos encadeados por hash SHA-256.
Nada clínico é gravado sem confirmação. Todo achado é hipótese rastreável — evidência, regra e confiança — nunca conclusão automática.
O navegador recebe só a chave anônima; as chaves de serviço vivem apenas no servidor; chaves de integração são guardadas como hash.
Na dúvida, o sistema nega. Senha forte e troca obrigatória no primeiro acesso; ninguém eleva o próprio papel ou instituição.
+ barreiras adicionais: rate limiting anti-brute-force, headers CSP e HSTS, e um pipeline de CI que testa isolamento e RLS a cada mudança.
Consentimento registrado, PII/PHI mascarados em logs e atas, retenção com base legal (CFM · LGPD).
CFM 1638/2002, ANVISA RDC 7 e certificação SBIS-CFM em curso.
Exportação FHIR R4 (em validação) e integração por eventos, autenticada e idempotente.
Indicadores em views analíticas para Power BI, sem dado pessoal.
TLS em trânsito e criptografia em repouso pela nuvem Supabase · Vercel.
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